domingo, 14 de março de 2010

Domingo




Bom dia, bom dia!
E aqui estou eu, de volta a esse espaço. Estive uns diazinhos ausente porque estava sem internet, e admito... se não fosse a internet eu seria uma pessoa muito mais responsável com os estudos e estaria sempre um pouquinho mais descansada, hahaha. De qualquer forma, estou escrevendo no domingo, então me deixa em paz consciência! Prometo que vou estudar, (mais tarde). O domingo costuma ser um dia tão sem graça né? Não! não é. Ultimamente eu tenho avaliado os domingos como dias tão proveitosos. Tirando a parte que você já tem em mente o dia seguinte, SEGUNDA FEIRA. O resto, é só vantagem. Né? Bom, podemos fazer o que quiser no domingo. Afinal, é um dia totalmente free, não é não? Para aqueles que se acham santos só da porta da igreja pra dentro, esses tem a oportunidade de provar pra si mesmos (e pra si mesmos) que são religiosos indo à igreja no domingo. (e esquecendo de Deus nos outros dias da semana). Para aqueles que trabalham no sábado, o domingo se torna o dia mais curto da semana, onde eles tem de fazer tudo que deixaram para o "final de semana" em um só dia, e ainda assim não descansar. Para aquelas pessoas elétricas, ainda tem aquele forrózinho de domingo ou até mesmo uma baladinha, quem sabe. Pessoas como eu, são as que se perdem no meio do caminho. Que ficam entre dar uma volta por ai, ver um filme, ou visitar alguém, ou ir a praia e dar uma relaxada. De certo no fim das contas, pessoas como eu acabam o dia sem fazer nada, o que vem a ser muito proveitoso de fato. É quase como um break de todas aquelas metas que a gente cria pela semana. E por falar nisso, um amigo meu me disse essa semana, que meta e objetivo, são imensamente diferentes. Acho que eu nunca tinha parado pra pensar nisso. Geralmente eu faço muitas metas (segundo esse meu amigo), o que seria planejar as coisas com data certa pra acontecer, do tipo, "até os trinta anos eu tenho que ter um apartamente" ou "terminarei a faculdade aos 22 e farei outra que terminarei aos 27 daí..." Esse é o tipo de pensamento que me prende a certeza de que eu tenho tudo sob controle (o que é claramente impossivel, não é?). E acho que esse é um dos meus maiores defeitos. Eu não tenho nada realmente, sob controle. E será que eu deveria ter? Bom, de um jeito ou de outro, tenho que ir agora, tenho uma lista de afazeres para cumprir ainda nesse domingo. Então...

Até mais,

terça-feira, 2 de março de 2010

Stress


Boa noite.


Estou cansada, muito cansada, sem falar em stress. Mas tive de postar aqui agora pra aproveitar essa minha energia nega... ops, positiva! (?). Para os que não sabem a minha profissão, sou professora de inglês (tia, para alguns). E para os que compartilham dessa mesma "felicidade", de iluminar a vida das pessoas com conhecimento (não)... esses vão saber do que eu estou falando aqui hoje. Nem sempre a gente tem dias perfeitos e maravilhosos né? cheios de alegrias, coisas boas e bom humor (exceto a shanna, minha amiga). Pois é, acho que eu acabo de ter um dia desses. As aulas na faculdade pela manhã, tranquilas. As aulas que dou em uma determinada escola de tarde, tranquilas como de costume.(determinada escola KKKK). Mas as aulas que dou a noite em uma outra determinada escola (KKKK[2]), essas já não foram tão tranquilas. Acho que tranquilo seria querer demais mesmo.
Atividades do livro - não feitas corretamente nem terminadas.
Conversas em sala - MUITAS, não em inglês e não sobre a matéria.
Respeito e atenção na aula - 0. (ZERO)
Imagine agora que essa turma seja de adolecentes de classe média alta, que estudam na mesma escola e na mesma sala no cursinho de inglês. Agora misture isso a presença de uma professora baixinha e com cara de coleguinha de turma deles. É, não deu muito certo. Acho que eu falo por muitos professores quando digo que, nós não temos raiva, não ficamos chateados, nem p. da vida. (tá, só um pouquinho né) Mas o que eu quero dizer, é que o foco é outro. Nós ficamos muito decepcionados. Ficamos frustados, sem esperança, e com a idéia de que somos péssimos profissionais, que não estamos os ajudando a aprender, e que... talvez, mas só talvez, devamos procurar outra coisa pra fazer da vida, tipo corte e costuma, artes plásticas, música (sem preconceito). Algo mais relaxante e zen. Hahahaha. Eu os disse que em todas as aulas, eu estou saindo estressada e com dor de cabeça. Sabe o que o aluno espertinho da turma disse? Que eu devia tomar um remedinho de dor de cabeça... Dá pra acreditar? Ou melhor, ele também disse: "Tia, porque você não faz acupuntura?" Eu respondi: "Eu heim, pra que?" E ele ainda retrucou: "Ah, porque é o que os adultos fazem quando estão estressados, tia." Depois dessa eu desisti. Não posso mentir que eu também não acho graça e quero rir. Mas sinceramente, eu não sou babá e tudo tem hora né? Fico pensando, será que depois que eu estiver gagá eu vou ter condições de aguentar todo esse stress ou terei uma parada cardíaca bem antes disso?
Acho que tem gente que leva mais jeito, ou tem mais paciência, ou mais idéias, ou pelo menos tem mais poder de controle, que seja. De um jeito ou de outro, eu estou em uma profissão que não desejo pro resto da vida. Tem coisa pior? Sim, ser babá ainda por cima, hahaha. Uma hora passa né? Bom, mas gostaria de acrescentar só uma coisa antes de terminar aqui e ir tomar o tal remedinho de dor de cabeça... gostaria de dizer que nem sempre as coisas são assim, na verdade, muitas das vezes é bem prazeroso dar aula, nós rimos juntos, aprendemos uns com os outros e acabamos nos tornando amigos. Quero inclusive dizer aos meus alunos que lêem aqui, que não fiquem com raivinha de mim, hahaha, e que eu dou aula por opção (por enquanto). Isso que aconteceu é apenas uma exceção, mas acontece. E estamos sujeitos a isso e muito mais o tempo todo. That's all.

Abraços,